João e Maria

EPISÓDIO 04

BRINCADEIRAS GOSTOSAS

 

O casal de irmãos acabava um servicinho com uma bruxa na floresta. João a segurou e Maria decepou-lhe a cabeça e em seguida queimaram os restos.

– Bom trabalho, maninho.

– Você também foi ótima, irmãzinha. – João se aproximou da moça na intenção de beijá-la mas foi repreendido.

– Aqui não, João.

– Por que não? Estamos sozinhos aqui no meio do nada. – Ele insistiu.

– Não. Por favor. Em casa, em casa você me beija, se quiser, podemos até brincar um pouquinho.

– É assim que você me deixa louco, guria. – Ele a abraçou e beijou seu pescoço.

Em casa enquanto Maria se banhava ele preparava um suco com a poção que a feiticeira lhe dera para tornar a moça infértil.

A moça saiu do banho e disse:

– Pode ir, irmãozinho.

– Obrigada, linda. Aqui, fiz pra você.

Ele deu a ela o suco, a moça bebeu o preparado e foi sentar-se para descansar.

João foi para o banho tentar relaxar um pouco. Assim que terminou ele foi para o quarto e chegando lá, deparou-se com Maria chorando de dor segurando a barriga. João se desesperou e correu para junto dela.

– Maria! Maria, o que foi?!!

– Ta doendo, João. Minha barriga está doendo muito. – Ela chorava.

– Calma. Calma que logo vai passar. Calma. –  João a abraçou. Ele sabia que aquela dor era resultado da poção da Bruxa.

Ele abraçava Maria tentando fazer ela se sentir melhor mas a dor era insuportável e a garota chorava nos braços dele.

Passaram-se alguns minutos, a menina não aguentou e desmaiou deixando João ainda mais desesperado.

– Maria!!Maria, acorda, pelo amor de Deus não faz isso comigo, garota!Mariaaaaa!!

Ele pegou a moça nos braços e saiu com ela indo até a casa de Charlote. Chegando lá, ele foi recebido pela feiticeira na porta.

– Charlotte!!

– Caçador? O que faz aqui?

– Ela está morrendo, sua desgraçada! – Disse João, aflito com a moça nos braços.

– Entre, coloque ela na cama.

João deitou a irmã inconsciente na cama da bruxa e se voltou para a mulher, furioso.

– Eu pedi que você a secasse para não poder gerar uma criança e não para matá-la, sua bruxa miserável!

– Sossegue, garoto. Ela não está morrendo. Apenas perdeu os sentidos por conta da dor. Ela está bem e assim que acordar você pode fazer o que quiser com ela sem riscos. Foi até bom você trazê-la para mim. Só assim poderei ficar com a joia da fertilidade dela que ela irá expelir.

– Do que está falando? – João questionou.

– Disso. – A mulher tirou um saquinho de veludo e de dentro dele tirou uma bolinha multicolorida que lembrava uma galáxia de tão colorida e vibrante.

– O que é isso? – Ele perguntou.

– Sua fertilidade. Agora quero a dela. Com esse poder eu irei continuar jovem e bela por mais uns 200 anos.

– Bom, pelo menos isso terá serventia para alguém. – Ele suspirou e olhou para a irmã um pouco mais aliviado.

A morena guardou novamente a pedra preciosa e foi para cima do rapaz toda dengosa.

– Bom, ela vai demorar a acordar. O que acha de nós dois aproveitarmos esse tempo que ela está dormindo para nos divertirmos um pouquinho. Sei que você está com vontade porque ainda não pode fazer com ela.

– Sua bruxa maldita. – Ele segurou a mulher pelos braços e a beijou. A mulher o arrastou para um cômodo nos fundos da casa ela e começaram a se agarrar como dois animais no cio.

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Maria despertou depois de várias horas desmaiada. Quando olhou em volta não reconheceu o lugar mas ficou mais calma quando viu seu irmão do seu lado.

– Hummmm... João?

– Que bom que acordou, Maria.

– Onde estamos?

– Na minha casa, mocinha. – Respondeu a feiticeira.

– O que estamos fazendo aqui? Eu não me lembro de ter vindo pra cá.

– Você passou mal e eu não sabia o que fazer então trouxe você pra ca para que Charllote me ajudasse . – Disse João.

– Vocês se conhecem? – Maria questionou.

– Nos conhecemos há pouco tempo. – A mulher respondeu.

Maria se sentou na cama e sentiu um incômodo dentro de sua calcinha, algo como se tivesse uma bola de gude saindo de dentro dela. Quando se levantou a bolinha caiu no chão rolando até o pé da feiticeira que a pegou e guardou imediatamente.

– Muito bem, problema resolvido. Quando quiserem ir estão liberados.

– João, do que ela está falando? E que coisa foi aquela que saiu de mim?

– Não foi nada, meu amor. Agora podemos aproveitar tudo sem preocupações. – João acariciou o rosto da irmã e a ajudou a se levantar.

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Já de volta em casa Maria estava se sentindo muito bem. Melhor que nunca. Parecia que estava mais disposta.

– Como se sente? – Perguntou João.

– Estou ótima. Parece que tiraram uma rocha de toneladas de cima de mim. Estou me sentindo tão leve.

            – Que bom.

– E você?

– Vendo você bem, fico bem também. – Ele sorriu.

A garota se aproximou do irmão e enlaçou seu pescoço com os braços, aproximando seus corpos.

– Está cansado?

– Um pouco, por quê?

– Porque podíamos brincar um pouquinho, o que você acha?

Ele viu no sorriso dela o que ela queria.

João a beijou com carinho. Os dois curtiram aquele beijo enquanto ela o empurrava para perto da cama e se ajoelhou diante dele olhando em seus olhos com a expressão mais inocente que ela tinha. Logo ela pegou nos cordões de sua calça para abri-la.

– Maria, espera. É melhor eu sentar não vou me aguentar em pé com você fazendo isso.

Ele se sentou e a garota abriu a sua calça libertando a ereção de grandes proporções do irmão. Ainda sem jeito, pois nunca havia pegado em um pênis, Maria segurou aquele mastro e começou a lamber como se fosse um gostoso pirulito. João não podia acreditar no que via em sua frente. A sua doce Maria o estava chupando como ele sempre viu em seus sonhos molhados com ela.

A garota não sabia bem o que fazer mas se deixou levar pelo instinto. Num dado momento ela resolveu por aquele brinquedo enorme na boca por inteiro e é claro que não cabia tudo numa boquinha tão pequena. A garota começou a chupar vigorosamente aquele gostoso instrumento fazendo João fechar os olhos e jogar a cabeça para trás e gemer.

Era tão delicioso aquele contato da pele com os lábios macios e carnudos da garota que João se perdeu por completo. Ele não se importava em ir para o inferno pelas ações libidinosas que estava praticando com a própria irmã a quem ele criou desde pequena.

Maria continuava com o seu prazeroso trabalho de enlouquecer seu irmão com aquele delicioso boquete que ela fazia, mesmo sem ter a menor experiência ela estava se saindo muito bem. A garota chupava com vontade as vezes chegava a engasgar um pouco com aquilo tudo dentro da boca. João não percebia pois estava tão tomado pelo prazer que não percebia as pequenas falhas na atuação da menina. Então depois um tempo naquela felação prazerosa, João não se segurou mais e acabou se desmanchando na boquinha da menina:

– Ahhhhh, Mariaaaaaa!!!!Hummmmm!!

A moça engasgou com o líquido e começou a tossir cuspindo aquele material leitoso que sujou sua boa e o queixo.

João ainda tonto pela potência do orgasmo que teve percebeu que não deveria ter feito daquele jeito e rapidamente se desculpou.

– D-Desculpa Maria. Eu... Eu devia ter te avisado pra você tirar da boca. Me perdoa...

A menina foi até o banheiro e lavou a boca e o rosto. E quando voltou estava vermelha.

– Tudo bem, eu é que não...nunca fiz isso. Não sabia que era pra tirar da boca. – Ela falou inocente sentando ao lado do irmão que acariciou o rosto dela e sorriu beijando seus lábios de leve:

– Meu Deus, como te amo, Maria. Como você é perfeita.

– Por que diz isso, João?

– Olha só, como vou te explicar isso...? Bem, algumas mulheres gostam quando o homem...faz isso na boca delas, algumas gostam de engolir isso.

– Ai, credo, João! Isso é estranho, meio nojento, tem um gosto enjoativo, quase vomitei. Desculpa, não que chupar você seja nojento, mas esse negócio ai que sai é nojento.

– Eu entendi, calma. Da próxima vez, eu aviso a você está bem?

– E agora o que vamos fazer? – Ela perguntou.

– Tem tanta coisa que podemos fazer. – Ele disse, malicioso.

– Me mostra. – Disse Maria, deitando -se na cama.

– Mostro, mas deixa eu me limpar primeiro, eu tô meio grudento.

Ele foi para o banheiro e quando retornou já veio pra cima da garota beijando-a com toda paixão. A moça parecia bem à vontade com os carinhos dele, não parecia mais tão envergonhada e arredia e demonstrava gostar de tudo aquilo.

João brincou com os seios dela, com a sua florzinha delicada fazendo com que ela gozasse. Depois ele se despiu por completo e disse a ela para que ela montasse sobre ele. A menina ficou apreensiva porque ela sabia que aquilo poderia resultar em algo meio doloroso pra ela.

– Melhor não, João.

– Por que não?

– Tenho medo de machucar você ou... – Ela interrompeu o que dizia.

– Eu sei bem do que tem medo, mas não se preocupe eu não vou fazer isso assim desse jeito, assim com certeza vai te machucar. Eu só quero sentir você. É só pra nos tocarmos... Anda, vamos.

Ela respirou fundo e como estava só com aquela fina e curta camisola antiga sem calcinha, ela fez o que ele pediu, montou sobre a pélvis dele encostou a sua genitália na dele, comprimindo-a contra a sua barriga definida. Levou um tempinho até que ela se sentisse segura para começar a se esfregar nele. Mas quando ela começou a se mover timidamente ele ficou em êxtase só de se sentir quase dentro dela. Era como chegar às portas do paraíso.

As mãos dele deslizavam por dentro da camisola dela alcançando os seios e apertando-os levemente. A garota parecia gostar daquela brincadeira de ficar se esfregando nele. Era prazeroso e diferente de tudo.

Passaram bons instantes assim mas João achou que estava na hora de finalmente fazê-la sua por inteiro. Ficar só naquela brincadeirinha o estava deixando maluco. Era gostoso, mas seu corpo a queria por inteiro. Ele precisava fazê-la sua então ele a segurou pela cintura e girou os corpos invertendo as posições e ficou por cima dela entre suas pernas. A princípio ela achou que ele estava brincando com ela quando começou a beijar sua boca com mais desejo mas ela percebeu que era mais sério quando ele se encaixou na sua florzinha virgem e forçou-se para dentro dela.

– João...Não...Não faz isso...Para, João...Está me machucando... João!!!

Ela reclamava e se debatia embaixo dele que estava tomado pelo desejo de possuí-la de qualquer maneira. O rapaz parecia um animal faminto em cima da sua presa.

– Calma, docinho, já vai passar a dor. É só você relaxar. – Ele falou no ouvido dela enquanto beijava seu pescoço e mordia a sua orelha.

A moça começou a se desesperar. Ela não queria aquilo. Não daquele jeito. Ele estava forçando a barra com ela e ela não queria que fosse assim.

– Jo-João... Para, por favor, está me machucando... É sério. Tá doendo, João. Tá doendo!!

– Fica quieta, garota! Para de reclamar ou vai doer muito mais! – Ele parecia zangado. Maria que já estava amedrontada, ficou ainda mais. Ela se debatia embaixo dele enquanto ele se forçava para dentro dela com aquele instrumento volumoso e num dado momento, ela sentiu uma pontada aguda em seu interior, era como se algo tivesse se rompido. Ela sentiu como se a tivessem rasgando por dentro e nesse momento ela reuniu forças para empurrar ele de cima dela mas era tarde demais.

– Já disse que está me machucando, João! Me larga!

Quando se viu livre dele a garota que já chorava ficou ainda mais nervosa quando viu a mancha de sangue no lençol.

– O quê? Não...não... – Ela passou a mão entre as pernas e seus dedos saíram sujos com sangue. A menina ficou em choque.

– Olha o que você fez, seu animal! Você me machucou! – Ela gritou, agarrando o lençol e abraçando os joelhos.

– Maria, isso não é... – Ele tentou argumentar mas ela estava histérica e gritava com ele enquanto chorava.

– Você me machucou. Eu disse pra parar mas você não me deu ouvidos!   Eu avisei que estava me machucando mas você insistiu. Agora está vendo o que você fez? Nunca mais você vai tocar em mim! Nunca mais, seu selvagem! Ogro! Nojento! Sai daqui!!!

Ele não sabia o que dizer para ela. Estava em choque também. Só o que fez foi vestir suas roupas que estavam sobre a cadeira e saiu de porta a fora no meio da noite sem rumo deixando a menina desolada em prantos dentro de casa.