João e Maria

EPISÓDIO 03

CIÚMES

João chegou em casa e não encontrou a irmã, não sabia onde a moça podia estar à aquela hora. Ela não costumava sair sozinha. Ele ficou procupado, andava de um lado para o outro dentro de casa.

– Maria, onde você está?

Passaram-se alguns momentos e João escutou vozes do lado de fora e foi verificar.Quando saiu viu a irmã chegando acompanhada de um rapaz que trabalhava no mercadinho na cidade. Eles vinham conversando alegremente e Maria sorria enquanto conversava com o rapaz. João ficou possesso ao ver a garota tão alegre e sorrindo para o rapaz.

Eles mal chegaram e João já veio de cara feia de encontro aos dois e tomando as compras da mão do menino.

– Maria, onde você foi? –  João veio já furioso.

– Fui ao mercadinho. Precisava de umas coisas.

– E não podia me esperar? Eu iria com você. E esse ai quem é?

– É o Lukas. Ele trabalha no mercado. Estava só me ajudando com as compras. – Maria falou, inocentemente.

João bufou como um touro bravo e foi para cima do rapaz que ficou amedrontado.

– Olha aqui, pivete, se manda daqui antes que eu quebre os seus dentes!

– De-Desculpe Senhor... Eu … Eu só estava ajudando a Maria com as compras. – O garoto falou, trêmulo.

-Eu não quero saber!Cai fora e fica longe da minha irmã!Ouviu? Não quero ver você perto dela, entendeu?! Se manda! – João tomou as sacolas da mão do rapaz que saiu correndo, assustado.

– João, o que foi aquilo? Porque agiu daquele jeito com o garoto? Ele só estava me ajudando. – Disse a moça entrando na casa e depositando as coisas na mesa sendo acompanhada por João.

– Eu sei bem o porque ele se ofereceu para te ajudar. Com certeza queria um beijo de recompensa. – Comentou João, com raiva.

– João, pelo amor de Deus! Para com isso. Credo, quem vê assim pode pensar que você está com ciúmes de mim.

Ele pegou a moça desprevenida e a agarrou, encostando-a na mesa, segurou seu rosto e roçou seus lábios nos dela enquanto deu uma esfregada de seu corpo no corpo da moça.

– Eu estou sim com ciúmes. Muito ciúmes. Você é minha Maria...Minha... Só minha... – Ele roçou os labios nos dela e depois beijou-lhe o pescoço enquanto se esfregava libidinosamente no corpo dela, ofegante.

Maria sentiu o irmão se esfregar nela e lhe beijar o pescoço e ficou tensa tratando logo de empurrá-lo e sair dali.

– Pára com isso, João! Pára, por favor...

Ela o empurrou e saiu das mãos dele pensando que tinha acabado mas se enganou. Logo ela sentiu-se sendo agarrada novamente agora por trás. João a abraçou pelas costas imprensando a moça contra um armário baixo, ele encostou sua virilha no bumbum dela se roçando nela como um animal no cio, dava para ver que ele estava extremamente excitado e ao mesmo tempo com raiva. Com uma das mãos ele segurou o pescoço dela e adentrou a outra na blusa da menina apalpando sem pudor o seio da moça enquanto beijava seu pescoço com força.

– Escuta aqui, Maria, você é minha... Nunca vou deixar outro homem se aproximar de você. Nunca...Eu mato qualquer um que se atrever a tocar em você.

– João!!! Pára ! Você enlouqueceu?!Me larga, seu nojento!!!

– Ahhh, como você é gostosa... E é minha... Sempre vai ser... – Ele virou a moça de frente segurou seu rosto e a beijou, beijou com todo desejo e depravação. Ele invadiu a boca pequena dela com sua língua ávida e quente. A menina começou a ficar desesperada pois não conseguia respirar e ele parecia ter oito mãos, ele pegava em todo seu corpo como se quisesse tirar sua roupa e ela sentia o "instrumento" dele duro roçando em sua virilha. Logo a alternativa foi ela morder a língua dele que buscava a sua dentro da boca para poder escapar.

A menina mordeu a língua dele e deu uma boa joelhada no meio de suas pernas. O rapaz caiu de joelhos, gemendo de dor.

– Ahhhhhh!!!Hummmmm!!! – Ele gemia segurando as partes baixas.

Maria saiu correndo de porta a fora sem rumo em direção a floresta.

João estava sentindo muita dor. Mal podia se levantar então se arrastou até a parede e sentou-se ali colocando a cabeça apoiada nos braços cruzados sobre os joelhos e chorou copiosamente como um bebê abandonado.

 

Maria corria, desesperada, chorando pela floresta, não sabia pra onde ir ou a quem pedir ajuda, estava mais uma vez sozinha na floresta como quando criança. A moça diminuiu os passos quando viu uma mulher com uma cesta na mão colhendo amoras. A mulher a viu naquele estado e logo se compadeceu, deixou a cesta no chão e foi até ela saber o que se passava.

– Menina, o que aconteceu? Você está bem? – Perguntou a mulher de longos cabelos negros.

– Eu... Eu... Preciso de ajuda. Eu fui atacada...

– Oh, meu Deus, venha. Vamos pra minha casa, é aqui pertinho.- Disse a mulher pegando a cesta de frutas silvestres amparando a jovem caçadora.

Ao chegarem na casa da estranha mulher a mesma fez com que Maria sentasse e lhe ofereceu um chá.

– Sente-se vou lhe preparar um chá e você pode me contar tudo, está bem?

A morena preparou o tal chá e ofereceu uma xícara para a menina que tremia ainda levemente depois do susto.

– Aqui está, beba, isso vai te acalmar. Agora me conte o que aconteceu.

– Meu irmão, ele parece que perdeu o juízo. Eu fui ao mercadinho comprar umas coisas e um rapaz que trabalha lá me ajudou a levar as compras para casa. Quando chegamos meu irmão só faltou bater no rapaz, e depois ele me... – A garota fez uma pausa como se estivesse com vergonha ou medo de falar.

– Ele...? Ele te machucou, criança? Te fez mal, foi isso? - A mulher tocou no rosto de Maria com carinho de uma mãe.

– Eu não sei explicar. Ele me tocou de um jeito que não deveria, beijou minha boca e se esfregou em mim dizendo que eu sou propriedade dele. Isso não é um comportamento normal de um irmão.

Charllote pareceu chocada ao escutar o relato da moça.

– Com certeza, não é. Mas me diga, criança, ele já te tocou assim outras vezes? Já fez algo que você acha que é fora do comum entre irmãos? E seus pais sabem disso?

– Não... Foi... a primeira vez. – Maria mentiu, não podia contar dos assédios do irmão desde quando ela tinha 13 anos que foi quando começaram. – E nossos pais já são falecidos, somos sozinhos no mundo.

– Entendo. Bom, mocinha, ele com certeza teve um surto de ciúmes ou coisa assim. Também, você é tão linda que não me admira ele perder a cabeça. –  A mulher acariciou o rosto alvo de Maria.

As duas terminaram seu chá e continuaram conversando.

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Se passou um tempo e após se recuperar João esperou que a irmã voltasse para casa mas ela não apareceu. Ele começou a ficar preocupado, ela havia fugido dele, estava assustada demais. Onde ela poderia estar? Ele se pôs a pensar em como e onde poderia encontrá-la.

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Na casa de Charllote, Maria já estava mais calma e pensou em voltar pra casa.

– Acho que está na hora de eu voltar pra casa. Meu irmão deve estar preocupado. Já vai escurecer.

– Sim. Mas agora eu que estou preocupada com você com ele dentro de casa. E a propósito estamos conversando e você não me disse seu nome.

– Maria.

– Eu Sou Charllote. Mas me diga, tem certeza que quer voltar pra casa? Se quiser, pode ficar aqui. Eu moro sozinha, posso te acolher. – Disse a mulher.

– Não, obrigada. Preciso mesmo voltar. Obrigada por ter me acolhido e pelo chá.

– Sempre que quiser voltar, estarei aqui. – Charllote abraçou Maria.

A garota seguiu floresta afora de volta para casa. Charllote ficou na porta observando a moça ir.

-Agora percebi o porque o Caçador está tão enlouquecido por essa menina, ela é uma ninfa da floresta, qualquer um um se perderia de amores por ela. Maria, caçadora de Bruxas. Quem diria...

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Maria voltou para casa e ao entrar encontrou o irmão aflito e ao vê-la ele foi logo tencionando abraçá-la mas a garota deu um empurrão nele o jogou contra a parede e disparou umas verdades na cara dele.

– Maria, onde você estava? Eu fiquei aqui morrendo de preocupação...

– Sai! Sai de cima de mim! Para com isso! Para de me agarrar! Eu não gosto quando você me toca, quando me agarra e me beija! isso é nojento, João! Você é meu irmão, isso não é coisa que irmãos fazem! Você nunca mais vai me tocar! Nunca mais!

– Maria, calma...por favor calma...eu...eu não quero te machucar, eu te amo. Te amo muito.

– Eu sei que me ama. Você é meu irmão. Eu também te amo,mas quero que acabem aqui esses abusos! –  Ela disse séria.

– Abusos? Do que está falando? – João ficou apreensivo.

– O que você faz comigo passa dos limites de intimidade que irmãos podem ter. Já se tornou abuso, assédio. Você faz tudo pra tocar no meu corpo, me beija como se eu fosse sua mulher. Eu sou sua irmã isso não está certo.

João sentiu seu peito apertar, lágrimas umedeceram seus olhos. Ele estava se segurando ao máximo para não chorar.

– Maria, já disse que nossa relação é diferente. Só temos um ao outro. Precisamos ficar juntos. Eu só quero te proteger, te dar carinho, te fazer feliz.

– Sim, eu entendo. Mas você não tem o direito de fazer comigo o que se faz com uma namorada. Somos irmãos, João! Temos o mesmo sangue. –               – Olha, eu nunca pude conhecer ninguém, nunca tive um namorado, eu já tenho 20 anos e nunca pude namorar porque você nunca deixou.

João começou a ficar furioso. Aquele assunto o estava tirando do sério. Ele começou a se enfurecer de novo.

– Olha aqui, Maria, eu não vou deixar você ser brinquedo de qualquer vagabundo, não! Você é minha... Minha irmã. E não vou deixar que macho imundo nenhum se aproveite de você. Da sua inocência. – Ele se aproximou dela mas a garota recuou.

– Fica longe. Não toca em mim!

– Maria, por favor, me perdoa. Eu não quis te assustar, nem assustar seu amigo. Eu só fiquei com ciúmes. Você é minha irmãzinha. Tenho medo de te tirarem de mim.

– Ninguém vai me tirar de você. Só você mesmo pode me afastar de si. Agora eu quero que você pare com esse negócio de ficar me agarrando e me beijando. Eu não sou sua mulher, sou sua irmã, me respeita.

Ele só assentiu com a cabeça triste. Não podia acreditar no que ouvia da boca de Maria. Boca essa que ele queria por demais calar com um beijo naquele momento.

– Agora me deixa em paz. Quero fazer o jantar.

Ele baixou a cabeça e saiu indo para fora de casa. Estava explodindo de raiva, ciúmes, desejo e medo, tudo misturado. Ele caminhou até um ponto distante de casa, sentou-se apoiado numa árvore e chorou. Queria por pra fora tudo oque sentia, mas não queria parecer fraco diante dela.

Mais tarde após tudo pronto Maria se banhou e esperou o irmão para jantarem. Ele retornou com o rosto inchado e os olhos vermelhos, entrou no banheiro, tomou seu banho e foi para o quarto e se deitou.

Maria vendo que o irmão foi direto pra cama, ela se preocupou.

– João, não vai jantar?

– Não tenho fome. – Ele respondeu, seco.

– Você está bem? –  Ela questionou.

– Sim, não se preocupe.

Maria voltou para a cozinha e jantou sozinha.

Pela manhã, joão despertou e a irmã não estava na cama com ele. O rapaz se levantou ainda sem camisa e foi ao banheiro fazer a higiene matinal, logo foi até a cozinha e encontrou a irmã usando um vestidinho leve bem no clima de primavera, aquele vestido era um convite para fazer as maiores indecências que alguém pode imaginar. João sentiu seu corpo responder de imediato diante daquela cena da moça separando as roupas no cesto para ir lavar. Ele se segurou para não voar em cima dela, rasgar aquela calcinha pequena que ela provavelmente estaria usando embaixo e daquele pedaço de pano florido e fazê-la sua. Ele passou perto da morena e nada disse.

– Bom dia, maninho. Acordou do avesso, foi? – Ela provocou.

– Eu não estou me sentindo muito bem, só isso. – Disse ele pegando uma xícara de café.

-Hummm. Pois eu estou me sentindo ótima, acordei bem-disposta e vou lavar a roupa logo cedo você poderia ir adiantando o almoço pra mim.

-Claro. Escuta, Maria, você se importa de dormir sozinha hoje?

Ela olhou para o irmão com uma expressão confusa.

– Ué, por que isso? Você pretende dormir fora hoje? Você nunca dormiu fora.

– Pra tudo tem uma primeira vez. Eu... Eu tenho um compromisso hoje e acho que vou passar a noite fora. – Ele respondeu tomando um pouco do café parecendo despreocupado.

– Tem mulher nisso, não é?

– Sim. Qual o problema?

A moça largou o cesto no chão, furiosa.

– Então, você vai me deixar dormir sozinha aqui para ir atrás de mulher na vadiagem? Não acredito nisso, João!

– Eu que não acredito nessa sua reação, Maria, você mesma disse que somos irmãos e não podemos ter intimidade, então eu irei procurar na rua o que não posso ter em casa. Você é minha irmã e não minha mulher! Meu corpo tem desejos e não vou me negar a eles porque minha irmãzinha mimada não quer dormir uma noite sozinha. – Ele terminou o café e deixou a xícara na pia e foi para o quarto deixando a garota sozinha na cozinha.

Maria não ia deixar aquilo passar. Não sabia o porquê mas ouvir seu irmão dizer que procuraria outra mulher na rua a fez ferver de raiva. Ela não ia deixar ele sair. Então a moça correu atrás dele até o quarto, entrou e fechou a porta atrás de si.

– Escuta aqui, João, você não vai me deixar sozinha, entendeu? É sua obrigação cuidar de mim, estar comigo, me proteger! Não vou dormir sozinha aqui pra você ir pra vadiagem atrás de mulher, não!

– Você já é grandinha, Maria, pode se cuidar sozinha. É só uma noite. De manhã estarei de volta.

– Não! Eu te proíbo de ir! – Ela falou com a voz embargada como se fosse chorar.

Ele se aproximou dela tocou em seu rosto como sempre fazia.

– Por que isso agora, Maria? Você nunca foi assim? Está com ciúmes de mim agora? —Ele sorriu, vitorioso.

– Não... Bem é... Mas não é esse tipo de ciúmes que você está pensando. É ciúme de irmã. – Ela abraçou o tronco do rapaz como uma garotinha de 6 anos faria.

Ele acariciou os cabelos da morena e apoiou o queixo na cabeça dela e sorriu percebendo que encontrou um jeito de trazê-la para si sem forçar nada.

– Então tudo bem, maninha. Eu não vou sair não. Fique sossegada.

            João terminou o almoço e foi avisar para a irmã. Chegando no local onde ela lavava as roupas ele encontrou as roupas limpas no cesto para pôr na corda e as que a moça usava dobrada em cima de uma pedra.  À sua frente, ele viu a cena mais sensual e mais provocante que com certeza nunca sairia da sua cabeça. A morena estava nua dentro do lago se banhando como uma sereia. Ele se escondeu atrás de uma árvore e ficou ali apreciando a moça se banhar nas águas transparentes. Claro que seu corpo respondeu de imediato ao ver aquele par de seios fartos e durinhos brilhando ao sol. João queria colher cada gotinha daquela água com sua boca, queria ser o primeiro a pôr aqueles dois favos de mel na boca e sugar eles como um bebê faminto. Pensou seriamente em despir-se e fazer companhia à garota dentro do lago e ali mesmo fazê-la sua, mas sabia que ela ainda não estava pronta. Preferiu se segurar e fazer de conta que aquilo não o afetara em nada e saiu de seu esconderijo e chamou a moça.

– Não devia ficar se exibindo assim tão à vontade, não, irmãzinha.

Maria se assustou e tratou de cobrir os seios com as mãos.

– Ai, que susto! Meu Deus, João!!! O que está fazendo aqui?– Vim avisar que o almoço tá pronto. E mais: Assim como eu te encontrei assim, podia ser outro, sabia? Você sabe que não pode ficar dando mole assim não, moça.

– Estamos atrás da nossa casa, João. Quem se atreveria a vir aqui? Agora vá embora. Eu quero sair e me vestir.

Ele sorriu safado e sentou-se na pedra.

– Não vejo motivo pra isso. Somos irmãos, não há nada ai que eu nunca tenha visto. Se lembra quem te deu banho até os 7 anos de idade?

– Agora é diferente, João, não tenho mais 7 anos. Meu corpo mudou. Não me sinto â vontade nua na sua frente. Por favor, vá embora e me deixe sair.

Ele sorriu e se levantou da pedra deixando a moça sozinha para que se vestisse.

Depois de estender a roupa, Maria foi para casa almoçar.

Os dois passaram a tarde rindo e conversando sobre um caso novo que havia surgido numa cidade vizinha e estavam se preparando para ir atrás da bruxa nova que estava aprontando na cidade.

 

Ao cair da noite Maria percebeu que o irmão estava incomodado.

– Algum problema, João?

– Não, está tudo bem. Não se preocupe.

            – Não, não está tudo bem. Eu sinto que você está incomodado com alguma coisas. Anda me diz o que é.

– Você sabe bem o que é Maria. Eu pedi a você pra me deixar sair só esta noite e você não deixou.

– João, quem sabe eu possa ajudar você. – A menina foi para cima dele, beijando-o. Ele a afastou, dizendo:

– Não, Maria, não é só de beijos que eu estou carente.

– Então o que é? Me fala!

– Eu... Eu preciso de mais que só beijos, entende. Eu preciso...

– Precisa? De que fala, João?

– Preciso de algo que você não pode dar...ainda.

– Por que não posso?

– Você ainda não está preparada. – Disse João, levantando-se.

– João, espera. Deve haver algo que possamos fazer pra te aliviar.

Ele olhou para a moça com uma expressão indecifrável. Olhou para as coxas dela a mostra sentada naquela cama. Ele não ia resistir, não conseguia.

Ele ajoelhou diante dela segurou-lhe a cintura e a beijou com desejo. Suas mãos percorriam as coxas roliças e macias dela erguendo a curta camisola. Logo ele abandonou seus labios para beijar seu pescoço e foi descendo até alcançar seu seio. Ele desceu os ombros da blusa até que os seios ficassem a mostra dai sem pudor algum ele se pôs a chupar-lhe o seio direito enquanto com a mão ele apalpava o outro.Maria apenas acariciava os cabelos do irmão enquanto sentia as sensações estranhas e prazerosas que aquele toque lhe proporcionava.

– João... – Maria gemia.

João empurrou a garota para que ela se deitasse na cama e em seguida ergueu sua saia e fez menção de tirar sua calcinha mas ela o impediu.

– Não!

– Calma, Maria.

– O que vai fazer? – Ela perguntou, aflita.

– Você vai gostar. Calma. Prometo que não vou te machucar.

– Mas, eu... Eu tenho vergonha, João. – Disse a moça, vermelha.

– Não precisa ficar. Espera, vou apagar a luz.

Ele apagou a lamparina que iluminava o quarto deixando agora só a luz da lua que entrava pela janela. Já era o suficiente para permitir que ele vislumbrasse o corpo lindo da moça.

Então João voltou ao que fazia. Despiu lentamente a pequena peça que a moça usava embaixo da camisola. A moça olhava para ele, apreensiva.

Ele voltou a beijar os lábios dela e colocou a mão entre as pernas da moça e começou a masturbá-la com carinho fazendo-a relaxar e abrir as pernas.Quando sentiu que a jovem estava totalmente entregue ele a pediu que deitasse.

– Deita...

– Mas, João...

– Sshh. Me obedece, Maria.

Ela deitou-se e ele segurou suas coxas suavemente e com carinho encostou os lábios na delicada genitália da moça que se assustou com o toque e ergueu o tronco mas ele a forçou a se deitar novamente.

– O que... O que está fazendo, João?

– Já disse pra se acalmar. Relaxa. Você vai gostar.

Ela se deitou novamente e ele voltou a chupar a sua florzinha. Maria começou a rir e tentou fechar as pernas mas ele não deixava.

– Do que está rindo, Maria?

– Faz cócegas.

– Logo vai sentir mais que cócegas.

Ele então começou a chupar com vontade aquele doce favo de mel que ele tanto desejava. A cada chupada ela sentia seu corpo arrepiar e tremer. Era involuntário. Ele, por sua vez, concentrava-se em aproveitar cada momento. A língua dele dançava naquela cavidade quente e macia. Maria sentia alguns espasmos leves percorrerem seu corpo. Aquela era uma experiência totalmente nova e excitante, quando deu por si ela já estava gemendo como uma gata no cio. Aquilo o deixava cada vez mais excitado, seu pênis ja estava duro feito uma rocha dentro da fina calça de pijama que usava. O rapaz não teve alternativa a não ser libertar a ereção e se tocar. Ele sabia que ela não iria ver o que ele estava fazendo então se tocou enquanto chupava a delicada e macia genitália da irmã.

A garota estava alucinada com aquele toque, ela gemia e segurava com uma mão punhados do lençol e com a outra os cabelos de João.

– Aaaiiinnnn!!! João...hummnmnnn!

Ela mordia os lábios tentando conter a excitação. Passaram-se alguns momentos mais e a moça se desmanchou na boca dele num orgasmo grandioso. O corpo da garota foi sacudido por espasmos e arrepios. João também foi premiado por um orgasmo que o fez gemer alto e sentar-se no chão arfando em busca de ar.

João se recompôs e subiu na cama beijando a boca vermelha da garota fazendo-a provar de seu próprio gosto. A moça ainda estava em choque depois da experiência. João a abraçou e a aninhou em seus braços fazendo-a se acalmar.